No Senac, o jovem é levado a sério. Desde a criação da Instituição, uma das prioridades é o atendimento à juventude, especialmente por meio do Programa de Aprendizagem Comercial. Iniciado em 1946 para atender aprendizes encaminhados pelas empresas do Setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o programa já qualificou, gratuitamente, mais de 600 mil jovens.
Em todos estes anos, o Programa de Aprendizagem Comercial vem se modificando para acompanhar as mudanças ocorridas nas leis do trabalho e da educação e, também, no mundo do trabalho. Assim, de acordo com as mais recentes leis e decretos federais, o programa oferece uma ampla grade de cursos gratuitos a jovens maiores de 14 anos e menores de 24 anos que são encaminhados pelas empresas do setor.
Educação em sentido amplo
A educação oferecida aos aprendizes é vivenciada em sentido amplo. Além da grade curricular específica de cada curso, com seus conhecimentos teóricos e práticos, os jovens têm à disposição atividades extras e são estimulados a desenvolver autoestima, criatividade, cidadania, responsabilidade e ética.
Com o Programa de Aprendizagem Comercial, o Senac forma jovens trabalhadores competentes. Mais que isso, incentiva e propicia o surgimento de cidadãos ativos e conscientes de sua força.
Para saber mais sobre o programa
Em 2006, o Senac lançou a publicação Programa de Aprendizagem Comercial: referenciais para a ação do Senac para oferecer aos Departamentos Regionais subsídios para a implementação do programa em todo o país. A publicação também apresenta os antecedentes históricos dessa modalidade de educação profissional e apresenta um panorama da atuação do Senac na Aprendizagem Comercial.
Em 2008,a fim de atender às mudanças no cenário de educação profissional no país, foi publicado novo referencial, trazendo novas orientações sobre a oferta do Programa na Instituição.
Publicado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Manual da Aprendizagem esclarece questões relacionadas à Lei da Aprendizagem e orienta os empresários a respeito dos procedimentos necessários para a contratação de aprendizes. A publicação, composta de perguntas e respostas, também é acompanhada de um anexo com a legislação pertinente. A terceira edição do manual, de fevereiro de 2009, inclui, ainda, o Cadastro Nacional de Aprendizagem (Portaria n. 615 de 13 de dezembro de 2007 e Portaria n. 1.003 de 4 de dezembro de 2008).
Veja outras ações desse programa no Relatório do PSG e Outras Ações Sociais.
